O ano acabando e o tempo passando.
E agora tenho outros desejos e ainda  com os mesmos.
Minha sacolinha ta cheinha de realizações e felicidade, além de muito sonho e muita vontade.
Um ano como 2010 poderia ser repetido, podia até vir com as mesmas falhas, pois chegar dezembro com as boas recordações é que realmente vale a pena. Deixar pra trás todo mal que fizemos ou recebemos. Se pararmos pra pensar, é mais fácil lembrar o lado caótico da vida do que qualquer outro. Estar na hora de mudar esse quadro e encarar as comemorações de final de ano com apenas um propósito: Agradecer e festejar pelo ótimo ano que tivemos a chance de vivenciar!
Um feliz ano pra mim, um feliz pra vocês também! ^^



Abra a janela e veja, apenas observe. Então verás que o mundo está aprisionado do lado de fora de um grande abraço.
Além de você, muitos estão preocupados com alguma química da vida. E então doce menina... Sorria! Quando a vida te aperriar ou a tristeza te chamar pra dançar, abra um sorriso e cante suave. Deixe estar.



Vou comprar um terreno e plantar meus amigos, meus discos e meus livros.



Minha querida gaveta nunca é esvaziada. Nunca limpo e nunca nada.
Guardo tudo. Todas as lembranças, todas as propostas sem execução e todas as causas de superação.
Por esses dias cheguei à conclusão que as pessoas vêm e vão, a alegria fica.
As vezes nosso pior inimigo estar enjaulado em nossa mente e nossa malemolência o alimenta.
Libertei uma de minhas gavetinhas e cheguei a seguinte conclusão: Vida sozinha é apenas vidinha.



Não escrevi por medo de lembrar.
Afastei-me pra não ter que calar.
O caderno esteve vazio e o lápis, por medo, não ousei tocar.
Procurei em outros corpos te encontrar, assim como você também fez.
Não deu certo e nossa telepatia falou mais forte outra vez!
Você voltou para meus braços e eu, enfim, te aceitei!!



A vida é o presente. O mundo é a embalagem.



Descobrir um ser em si não é tão fácil assim, pode ser fácil pra ontologia mais não para mim. Quando se trata de descoberta prefiro agir fora de mim, assim não perco-me no mundo surreal que existe em meu interior.
Há uma escuridão que por vezes deixo-me levar.
A atuação do meu corpo diante à vida é fácil, frágil e patética.
Quando você tentar me ver com os olhos do sentimento, verá uma tonalidade pálida.
Quando com os olhos da emoção, verá uma tonalidade cintilante.
Quando você tentar me ver com os olhos da benevolência, verá uma imagem pintalgada.
Por isso que ao invés dos olhos eu uso a alma.
De qualquer maneira, é uma confusão, não se importe tanto com a lamentação.



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